Mansaré não actuou no desafio inaugural da CAN devido a castigo, mas a sua presença nos dois desafios seguintes, especialmente na 2.ª jornada, contra Marrocos, foi preponderante para o apuramento da Guiné-Conacri para os 1/4 de final. É um extremo-esquerdo que arromba as faixas laterais com o seu poder físico e que procura ganhar insistentemente a linha de fundo para efectuar o cruzamento com o pé esquerdo – no Toulouse, o ponta-de-lança Elmander é um dos que mais beneficia desse tipo de jogadas. O estilo de Mansaré, 26, baseia-se muito na força e isso leva a que depois não apresente uma grande variedade de soluções para ultrapassar os adversários e seja mais facilmente anulado. Mesmo assim, teve mérito por ter tentado dar uma nova vida ao ataque da Guiné, que se viu privada do capitão Feindonou (suspensão) e que teve no extremo-direito Bangoura um jogador bastante desinspirado. Na dimensão qualitativa da CAN, Mansaré esteve acima da média.